quinta-feira, 18 de abril de 2013

Shell Shock - Capitulo 9


Após terem escapado com sucesso das criaturas, os 4 sobreviventes seguiam o corredor em profundo silencio, Akemi ainda estava se recuperando do choque e Katerina a ajudava a andar, Os 2 soldados as protegiam e andavam suavemente, para não alarmar as criatura. Ouvia se nitidamente o barulho de armas de fogos, carnes se despedaçando e ossos quebrando, pessoas gritando e chorando, implorando pelas suas vidas enquanto as criaturas desalmadas vinham apenas para as suas vidas ceifarem, sem piedade tudo que sobrava nos jardins e no patio do centro de pesquisas eram grandes poças de sangue, tripas e órgãos lançados por todas as partes, e as criaturas que vagavam em busca de mais vitimas.
O grupo continuava pelo corredor, ao sair deram de cara com um homem que estava se rastejando pedindo ajuda, Sebastian pediu para que o homem ficasse quieto porem o homem gritava cada vez mais, até que uma das criaturas percebeu e correu em direção ao homem, sem qualquer reação, o homem gritava cada vez mais por ajuda, até que a criatura desapareceu junto com o homem.
Não podendo fazer nada o grupo continuo até a sala de armamentos.
-Chegamos, finalmente chegamos. - dizia Haskel.
-Peguem o que der, agora precisamos ir até a garagem pegar um veiculo
Akemi se recuperava do choque e respirava devagar, enquanto os 2 soldados se armavam, Haskel pegava uma Remington 11-87 e dois revólvers Anaconda, enquanto Sebastia pegava uma M24 SWS, uma M4A1, e uma pistola Colt .45 com silenciador, a doutora pegava um Revolver calibre .38 e Akemi pegava uma pistola m9.
Após se armarem, continuavam a seguir em silencio no campo de pesquisas, a garagem ficava perto dos alojamentos, uma distancia considerável.
No meio do caminho, tiveram o elemento surpresa quebrado por causa de um tiro acidental de Haskel, não bastou nem 30 segundos para as criaturas notarem e correrem em direção do grupo.
Sebastian e Haskel ficavam para traz enquanto as 2 corriam para a garagem, Haskel atirava com a sua 12 semi-automática enquanto Sebastian agachava e usava a M4A1 com exímio, porem as suas munições eram poucas comparado ao numero de Criaturas, quando a munição dos 2 acabou restavam apenas as armas secundarias, sacaram as armas e tetntaram segurar as criaturas enquanto se afastavam até que Katerina chegou com uma picape 4x4, sem pensar duas vezes, os dois subiram na caçamba e Katerina deu rapidamente o engate.
-Por pouco. - Dizia Haskel, suando frio.
-PUTA QUE PARIL, Nunca mais acontece isso, agora para aonde estamos indo ??? - Falava Sebastian.
-Vamos para a segunda base - Dizia Akemi. - O problema e que ela tem uma distancia consideravel.
-É, mais um dia neste inferno, eu falei que esse lugar não era comum.
-É mais ainda assim Haskel, Ordem são Ordens, precisamos chegar no segundo centro, e de lá pediremos evacuamento.
-Ta se esquecendo do maldito vírus...
-Vírus ?? - Dizia a técnica e a  doutora.
-Depois eu explico, por enquanto vamos ficar de olho na estrada.

Nota: Desculpem pelo atraso, semana meio que tensa para mim.

terça-feira, 9 de abril de 2013

Shell Shock - Capitulo 8



A manhã era marcada pelas nuvens bloqueando o sol, um toque depressivo para um lugar assombrado, o céu parecia que ia desabar a qualquer instante, a nevoa descia devagar das montanhas deixando um aspecto assombroso ao centro de pesquisas, muitos dos funcionários seguiam o seu dia com um certo medo, Sebastian acordava naquela manhã tão estranha, ainda se perguntando o que era aquele sonho tão lucido, seguia para o banheiro  e depois direto para o chuveiro, Haskel já se encontrava no refeitório, esperando o café da manhã, não conseguia tirar da cabeça o que eram aquelas "coisas" que havia encontrado no observatório.
O Coronel comia uma lagosta, não se importava com nada ao seu redor, não ligava da ameaça da humanidade, nem mesmo o que havia na ilha, mas há algo que ele está de olho, são os chamados "pacientes", ele não aguentava mais esperar para ganhar uma grana preta para vender esses pacientes há preços caros pará as nações unidas.
A Técnica Akemi, se tinha medo, depois do que havia acontecido na ultima noite, sobre a paciente raptada, pensava em mil coisas e não conseguia se concentrar, ia até a psiquiatra do centro de pesquisa, Doutora Katerina Yari.
O guarda Marcelo, ainda ficava na torre de vigia, não dava a minima se alguém era sequestrado ou não, só queria sair daquele lugar maldito, sua intuição dizia que ele teria que sair dali imediatamente.
Sebastian acabava o banho, Haskel estava comendo o seu café da manhã,o General acabava de receber uma ligação, a Técnica Akemi saia aliviada da psiquiatra, o guarda olhava pro horizonte e dizia.
-La vem merda.
No caminho para o refeitório, Sebastian era interrompido pela secretária, que mandava ele ir rapidamente ao escritório do Coronel, chegando lá, o Coronel parecia aflito e nervoso,. entrou calmamente e perguntou.
-Senhor ?
-Merda, MERDA!!!!
-O que houve ??
-Lembra da doença que estava aqui, e que foi liberada na Indonésia? Então ela se alastrou até a Malaria, e também foi para Cingapura, a Austrália esta sobre toque de recolher e lei marcial com receio do novo vírus, Nova Papa Guiné já foi dizimada pelo vírus.
-Mas como assim, como foi tão rápido ?
-Não sei, mas a porra da doença conseguiu sobreviver a bombas atômicas, então é só uma questão de tempo até que tudo esteja fodido de vez.
-Senhor quanto tempo acha que temos para descobrir a cura e os culpados.
-No minimo temos uns 3 dias, no máximo uma semana, porem depois da bomba o vírus parece meio que enfraquecido então o contagio total do vírus dura mais tempos, em torno de uma hora para cada 20 pessoas.
-Existe uma coisa que eu não entendi ainda, como esse vírus é transmitido, como ele dizimou tão rápido a Indonésia.
-Ninguém sabe, por isso corremos contra um tempo, terei que montar uma equipe de pessoas para trabalhar como espiões aqui mesmo, terei que usa-los .
-O que, mas eles nem sabe ?
-É, e qual a outra opção huh, todos estão preocupados com essa porra desse vírus, temos que nos virar agora, e dar um jeito, eu vou ver aqui quem eu posso chamar e vamos fazer isso rapidamente, dispensado Sebastian.
-Sim senhor.
-Mais uma coisa, o que eu contei não deve ser comentado com ninguém, eles nem tem ideia do que está acontecendo.
-Sim senhor.
Após Sebastian sair, o Coronel entrava em um estado de fúria, batia com as duas mãos na mesa e jogava tudo para o alto.
-MERDA!!! MERDA,MERDA,MERDA!!!
Sebastian saia tranquilamente em direção ao refeitório, lá ele via Haskel que conversava com uma mulher loira.
Não ligava muito e seguia para o refeitório, lá encontrava Akemi, que estava comprando biscoitos. ela viu o Sargento e foi falar com ele.
-Bem essa madrugada foi a mais tensa de todas. - Dizia a Técnica, com algum receio - Ainda não acredito no que tentaram fazer com aquela garota.
-Nem eu, sinceramente, este lugar é realmente estranho, assombroso.
-É mais ainda bem que temos... - Akemi era interrompida pelo sinal de alerta, algo ou alguém havia entrado no centro de pesquisa, Haskel e a Psicologa russa Katerina tomavam refugio no refeitório.
-O que está havendo ? - Perguntava Sebastian.
-Aquelas malditas criaturas, estão vindo em centenas !!!
-O que, mais e os pacientes ???
-Pelo que eu escutei, foram movidos todos para o outro centro, temos que sair daqui agora !!!
O grupo ouvia barulhos de tiros e de carne sendo estraçalhada e cortada, de ossos quebrando e sendo pulverizados, Sebastian e Haskel barricavam  a porta, as criaturas começavam a farejar e invadiram pela janela, sem opção todos eles correram para o corredor e foram direto a área de lazer do centro, parecia calmo, sem sinal de vida, todos quando ouviram a sirene evacuaram imediatamente, ou pelo menos era isso o que pensavam, até que Akemi gritou vendo um corpo no chão, ensaguentado, estraçalhado e estripado e ao lado dele uma criatura negra o devorando, Haskel notou que havia um revolver no chão e descarregou na criatura, 3 tiros no peito e mais dois na cabeça, após a criatura cair no chão Haskel pisava em sua cabeça esmagando, Katerina tenta acalmar Akemi que havia entrado em estado de choque após ver aquela cena brutal, Sebastian ficava calmo e procurava algo no mapa da área de lazer, ele mais do que ninguém sabia que se desesperar, iria trazer a morte mais rápido para todos ali, havia encontrado um atalho na alá dos pacientes, e se preparava para o pior.
-Haskel, Akemi e loira, nós iremos sair daqui com vida. não vamos fazer muito barulho de agora em diante, temos que ser rápido e sorrateiros.
-Beleza - Haskel pegava um cano de metal - Vamos nessa.
-Eu tenho nome e é Katerina.
-Desculpe, mas agora realmente não é hora, Katerina, leve a técnica, eu e Haskel tomaremos conta de você.
-Ok mais qual é o plano ? - Perguntava Haskel.
-Vamos passar para a sala de armas, indo pela alá dos pacientes. não temos muita escolha.
-Ok, vamos nessa!
Eles não sabiam, mais agora iniciava-se a batalha da sobrevivência, qualquer descuido, e tudo estaria acabado...

Heart of Hero - Por DanielGTR


Capítulo 12 - O Primeiro General: Seu nome é Shinn

Chegando em Blackthorn City Yuuki e Ayame viram um grande tumulto mais a frente e foram ver o que estava acontecendo.
Quando eles se aproximaram, viram um homem e uma mulher batalhando.
Ayame se aproximou de uma pessoa e perguntou o que era aquilo...

Ayame: O que está acontecendo?
Pessoa: Essa mulher desafiou Shinn-sama para uma batalha... Ela deve ser louca.
Ayame: S-Shinn-sama?
Yuuki: Shinn? O General dessa área?

A menina estava muito ferida, mais não desistia de sua batalha contra Shinn.
Ela lançava um ataque após o outro, mais nada parecia surtir efeito...

Shinn: Tola... Por que você não desiste logo? Já não fez o showzinho que queria?
Shinn: Você deve ser capaz de saber o rumo dessa luta... Se ajoelhe e beije meus pés, e eu poupo sua vida.
Menina: NUNCA!!! Você matou minha família, e acha que pode sair impune??
Shinn: Ehhh? Sua família? Escute uma coisa... Eu mato varias famílias todos os dias... Você acha que eu ao menos lembro qual é a sua?
Menina: V-Você... C-Como pode ser tão frio... Vou fazer pagar por todos seus crimes.

A menina empunhava sua espada e tentava acertar Shinn desesperadamente, mais cada um de seus ataques era facilmente defendido...
A diferença entre a força de Shinn e da menina era clara.

Shinn: Chega de gracinha... Se você não vai se ajoelhar perante mim... Não passa de lixo.

Foi então que Shinn levantou sua espada gigante e partiu em direção a menina.
Ela apenas fechou os olhos e esperou pelo seu fim, até que ela ouve um som de espadas se chocando...
Quando ela abriu os olhos, viu em sua frente um jovem menino com sua espada defendendo o ataque de Shinn...
A menina ficou impressionada por ele conseguir defender um ataque tão forte, mais pensava em por que ele estaria a salvando...

Shinn: (O que? Ele é capaz de defender meu ataque?) – Pensou Shinn
Shinn: Quem é você pirralho?
Yuuki: Oosawa Yuuki... E eu detesto assistir uma luta injusta.
Shinn: Injusta?? Ela que me desafio, então que esteja preparada para morrer.
Shinn: Se você quiser pode tomar o lugar dela, não faz diferença...

Quando Yuuki estava se preparando para a luta, surge no meio da multidão um guarda da cidade...

Guarda: Shinn-sama... Shinn-sama...
Shinn: Hããã? O que foi? Não está vendo que estou no meio de uma luta?
Guarda: Perdoe-me Shinn-sama, mais é urgente...
Guarda: O Rei Rousuke solicita a presença de todos os generais imediatamente.
Yuuki: (Rousuke?) – Pensou Yuuki.
Shinn: Mais que droga... Justo quando ia acabar com esse pirralho...
Shinn: Você deu sorte moleque... Aproveite o final da sua vida, pois eu volto para acabar com você.

Então Shinn foi embora enquanto as pessoas abriam caminho para ele passar.

Yuuki: Você está bem? Consegue andar?
Menina: S-Sim... Obrigada. – Disse a menina admirada.
Yuuki: Eu sou Oosawa Yuuki... E você? Qual seu nome?
Asuka: Ah... Perdoe-me... Meu nome é Kusakabe Asuka! Prazer em conhecê-lo.
Yuuki: Asuka-chan néh... O prazer é meu.
Ayame: Você gosta mesmo de se intrometer na luta dos outros não é?
Yuuki: Ah... Ayame... Eu simplesmente não podia ficar sem fazer nada.
Asuka: Hmm... Yuuki-sama... Eu não tenho como pagar por você ter salvado minha vida...
Asuka: Por favor... Permita-me segui-lo e ser sua serva... Eu também quero me tornar uma verdadeira guerreira como você.
Yuuki: Hã? Serva? Verdadeira guerreira como eu? – Disse Yuuki surpreendido.
Ayame: Guerreiro? Ele? É piada não é? – Disse Ayame sorrindo.
Asuka: Yuuki-sama quem é essa pessoa?
Yuuki: Ela é uma amiga que me mostrou o caminho até a cidade.
Yuuki: Bem... Acho que é aqui que nos despedimos não é Ayame?
Ayame: O-O que?
Yuuki: Você não disse que não gosta de andar em grupo, e que só ia me acompanhar até aqui?
Ayame: Ahhh... Sim é isso mesmo... Seja grato...
Yuuki: Sim... Muito obrigado... Espero que nos encontremos outra vez.
Ayame: S-Sim... Então até mais...

Ayame se virou e seguiu em frente, ela andou alguns metros e olhou para trás, mais Yuuki não estava mais lá.

Próximo Capítulo – Os Fragmentos

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Contagio mortal- Capitulo 2


  Tudo naquela manhã parecia perfeito para organizar as coisas necessárias e fazer planos.
  Decidi então pegar no papel,  onde tinha apontado a localização na qual, se encontrava o dono do navio e dirigir-me para lá.
   No caminho dei por mim a pensar de quem seriam aqueles corpos que se amontoavam nas ruas e se algum familiar ou conhecido sentiriam a sua falta.
  Aquelas ruas estavam carregadas de sorrisos antes e agora a única coisa óbvia era a putrefacção dos cadáveres.
  Cada vez que me aproximava mais da zona menos cadáveres tinham nas ruas, era realmente notório de que alguém se teria encarregado de enterrar os corpos com alguma dignidade pelo menos.
  Finalmente após andar quase uma hora cheguei ao local. Lá também existiam um grande conjunto de pessoas talvez até mais do que no nosso abrigo. Falei com algumas a fim de me indicarem quem seria o Adam. Por fim uma senhora já nos seus 60 anos conseguiu dizer o lugar exacto onde ele se encontrava.
   Consegui destingui-lo entre os demais à primeira vista pelas descrições que me haviam feito antes. Adam era um homem alto com a tez morena, cabelos negros longos  e possuía um olhar muito distante. Aproximei-me dele e comecei por me apresentar.
- O meu nome é Evelyn desculpe se estou a ocupar o seu tempo, deve ser o Adam, o Joe indicou que tem um navio.
- Sim sou eu , é verdade que tenho um navio encontra-se numas docas aqui perto, há já muito tempo que aquele navio não prova as ondas do mar. - declarou com um olhar triste.
- Vou ser muito direta consigo. Gostaria de saber se o Adam estaria interessado junto da sua tripulação em fazer uma viagem comigo e o meu grupo. Pretendo navegar até uma ilha que muitos conhecem mas poucos tem a coragem de ir lá. Chegou-me a informação de que nessa ilha o vírus não se havia propagado e que existiria uma cura.
- Alguns dos meus homens já me falaram dessa ilha. Realmente poucos se aventuram pois as aguas são agitadas até lá chegar e todos os que vão nunca mais voltam. Gostaria de lhe responder já mas não posso decidir sem perguntar aos meus companheiros.
- Eu entendo, se precisar de algum tempo posso voltar quando já tiver falado com os seus homens.
- Penso que tanto não será necessário  se a menina Evelyn poder passar a noite aqui no abrigo eu amanha de madrugada já terei falado com todos e poderei dar-lhe uma resposta isto se não se importar é claro.
- Bem se for necessário só esse tempo eu aguardo até amanha apenas gostaria de avisar os meu companheiros. Tem algum meio de transporte aqui que ainda seja utilizável?
- Temos algumas motos porque nos permitem mais mobilidade podes levar uma contigo.
- Agradeço a hospitalidade, devo voltar dentro de uma hora já que de moto a viagem fica reduzida a meia hora.
- Pode levar aquela azul Evelyn.
- Vou indo então até já.
E assim parti para o meu acampamento. Já me tinha esquecido daquela sensação de andar de moto, aquela adrenalina o vento, era tudo como se tivesse ido à minha pequena  caixa de recordações e revivesse aqueles momentos passados de novo. Deixei a minha mente simplesmente ficar em branco e esquecer tudo o que se passava à minha volta. Aqueles trinta minutos foram os melhores momentos que eu havia vivido depois de o vírus se espalhar.
  Finalmente cheguei ao acampamento. Achei algo estranho tinha mais pessoas doentes das que eu me lembrava. Devia ter chegado alguém contaminado na minha ausência  Falei com a Louise para saber ao certo o que se passava.
- Diz-me chegou aqui alguém após eu ir falar com o Adam?
- Chegou uma senhora com uma criança, nós não nos apercebemos que ambas já estavam infectadas.
- Louise por favor reúne todos os que tiveram contacto com elas e leva-os para a tenda isolada prepara aquele fato de isolação eu quero falar com todos e saber ao certo quem realmente tocou nelas sem equipamentos esterilizados.
- Vou já reunir as pessoas Evelyn.
Após reunir todos os possíveis infectados a Louise veio entregar-me o fato esterilizado, equipei-me e dirigi-me para a tenda.
-Bem eu apenas quero saber quem tocou nas pessoas que chegaram aqui hoje infectadas sem equipamentos necessários e se já tocaram mais alguém depois disso.
Permaneceram em silencio. Será que poderei ter perdido todos os meus companheiros?

sábado, 6 de abril de 2013

Heart of Hero - Por DanielGTR


Capítulo 11 – O Rei de Celes

Quando Yuuki ia inventar alguma mentira para contornar as suspeitas de Ayame, ele viu no céu alguns dos “Phantom” voando.
Rapidamente ele puxou sua espada e se preparou para atacar...

Ayame: O que está fazendo? – Disse Ayame surpresa...
Yuuki: Você não está vendo aquelas coisas lá em cima?
Ayame: Sim... Os Phantom, mais qual o problema?
Yuuki: O que...? Você conhece aquelas coisas?
Ayame: Mais é claro... “Aquelas coisas” como você diz... São criaturas criadas pelo Rei desse País.
Yuuki: O que?? – Disse Yuuki surpreendido.
Ayame: É sério... Quer me contar quem é você? De onde você veio?

Yuuki se viu em uma situação que não dava mais para continuar a mentir, e decidiu contar a verdade para Ayame.

Yuuki: T-Tudo bem... Mais vamos sair daqui... Rápido.

Então Yuuki segurou a mão de Ayame e correu para algum lugar da floresta mais próxima.
Surpreendida pela ação de Yuuki, Ayame ficou corada e sem ações.
Após correrem um pouco, finalmente eles chegaram a um local seguro.
Ainda recuperando o fôlego, Ayame percebeu a situação e rapidamente largou a mão de Yuuki.

Ayame: O-O que está fazendo? Até quando vai segurar minha mão? – Disse Ayame de costas para Yuuki e com o rosto vermelho.
Yuuki: Ah... Des-Desculpe...
Ayame: Então... Não quer me contar o que está acontecendo?
Yuuki: Ahh... Tudo bem... Tudo começou há 10 anos atrás...

Após passar algum tempo... Yuuki tinha contado toda historia para Ayame.

Ayame: O-Outro mundo? C-Como você quer que eu acredite nisso?
Yuuki: Eu também acho loucura isso tudo... Mais é a verdade...
Yuuki: Aquelas coisas chamadas “Phantom” invadiram meu mundo com um tal de Akuto e levaram a princesa... E é meu dever resgatá-la, eu já te disse isso.
Ayame: Akuto-sama? – Disse Ayame surpresa.
Ayame: B-Bem... É verdade que o rei do País de Celes, Rei Rousuke não é uma boa pessoa mais...
Yuuki: Rousuke? Você disse que aquelas criaturas eram criadas por ele... Me conte mais sobre essa pessoa. Por Favor!

Ayame ficou impressionada com toda a historia, e determinação de Yuuki.
Yuuki olhava fixamente para Ayame e a fazia ficar envergonhada...

Ayame: E-Eu acho que posso te contar o que sei... Mais já logo aviso que não sei muita coisa.
Yuuki: Está tudo bem... Muito Obrigado!
Ayame: Pra começar... Ninguém nunca foi capaz de ver o rosto do Rei Rousuke.
            Todos falam que ele é extremamente poderoso e conquisto esse país inteiro em pouco tempo.
            Ninguém foi capaz de vencê-lo uma vez se quer. E todos aqueles que já lutaram contra ele, foram mortos.
            Dizem que ele é extremamente obsessivo por poder, e deseja conquistar esse mundo inteiro logo que for capaz.
            Por isso todos obedecem as suas ordens sem reclamar, até mesmo para prolongarem suas próprias vidas.
            Também já ouvi falar que ele possui 5 generais de sua inteira confiança, comandando cada parte do país.
            E como você já deve imaginar... Eles são muito poderosos também.
            E mais uma coisa...-
Yuuki: Espere... Sobre esses generais... Você sabe alguma coisa?
Ayame: Bem... O que eu sei é que...
            O General dessa área é o Shinn.
            Eu só o vi uma vez... Em uma luta contra um cara que era considerado o mais forte da cidade.
            A luta durou apenas 1 minuto, e o Shinn esmagou literalmente o cara.
            Pelo que eu pude ver... A magia dele é com elementos de Terra.
            ... Isso é tudo que eu sei.
Yuuki: Muito obrigado... Essas informações vão me ajudar muito.
Yuuki: Eu preciso saber para onde a Kyouko foi levada...
Ayame: V-Você gosta dela? Dessa tal de Kyouko...
Yuuki: O-O que?? E-Eu não sei do que você está falando... – Disse Yuuki sem jeito.
Ayame: Então gosta mesmo não é? – Disse Ayame baixinho e um pouco triste.
Ayame: De qualquer jeito... Devemos continuar em direção a Blackthorn.
Ayame: Lá você pode conseguir mais algumas informações.

Então Ayame e Yuuki seguiram em direção a Blackthorn City.

Próximo Capitulo – O Primeiro General: Seu nome é Shinn

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Sift Heads Project - Cap. 1 por: Juk


Sift Heads Project – Cap 1


Numa tarde de céu escarlate,
Com o fim de uma guerra que ficou marcada como
“Execução dos Três Reis de Carmesins (The Execution of The Three Crimson Kings)”
Chegando a uma cidade onde vida não se via um homem com o olho direito que tinha uma cicatriz que se destacava em seu rosto, passava como se fosse seu lar,
-??? : Céu escarlate que cobre este mar de sangue infestado por esses vermes que se denominam humanos, jogue as almas destes inúteis em um precipício sem fim onde nunca mais voltem a viver.
-???²: você fala isto com tanta calma, o que houve? Sytrus.
-Sytrus: Meu querido irmão sobreviveu a esta guerra e adoraria ver o sangue tingido de rubro dele em minha lâmina – respondeu Sytrus com um sorriso no rosto.
-???²: Oh! Então deverei eu, seu servo Götch traze-lo ao senhor?
-Sytrus:Então parta, e procure por aquele verme, e se o encontrar e não conseguir pegá-lo apenas diga a ele que...
-Götch: Sim meu senhor.
-Três anos após a guerra Carmesim-
-???: Três Pães doces senhora.
-Tia da Feira: Mas é claro. ~Coloca os pães na sacola~ Aqui está não precisa pagar, já que é órfão e não tem nem casa a Tia lhe dará isto de graça Kiro.
-Kiro: Sinto muito por ter que lhe dar tanto incômodo senhora.
-Tia da Feira/Loja/Mercado/Tudo: Não se preocupe meu jovem, esta velha fica grata em ser útil a alguém.
Kiro, um órfão que mora em uma cidade quase deserta devido a seus problemas econômicos que a levaram a ruína perdeu seus pais aos 15 anos junto de sua memória, agora vive uma vida pobre, mas é amado e ajudado por muitos em sua cidade.
-???: Achei voçêêêê...HAHAHHAHA depois de três anos finalmente.
-2 Dias depois-
Uma noite calma e mais escura que todas as outras na cidade de Medirok de repente acorda seus cidadãos com um barulho enorme o suficiente para acordar um urso em plena hibernação.
-Cidadão¹: QUE SOM FOI ESSE?!
-Cidadão²: Não sei, mas veio da direção da loja da velha senhora.
-Cidadão¹: Vamos lá ver.
Os dois cidadãos pegaram duas espadas de lâminas cegas(usadas pra capturar o inimigo e não matar) e tochas.
-Cidadão¹: Cuidado, estamos a 3 passos da loja, vou jogar minha tocha pelo buraco que deixou a parede completamente destruída e iluminar o local.
-Cidadão²: Ok! Vamos contar até três.
Após a contagem o cidadão jogou a tocha na loja e viu o corpo da velha na parede com umas letras escritas em seu corpo com sangue “Da haedo cicatricem in oculo et pacem habete iterum(Entregue o garoto de cicatriz no olho e terá paz mais uma vez)” e com o local de onde deveriam deixar o garoto escrito logo ao lado, com isso os cidadãos da pequena cidade não hesitaram, apunhalaram Kiro que estava dormindo, e o levaram para a montanha que ficava a norte da cidade chamada de “Moutain of The Five Thousand Skies (Montanha dos cinco mil céus)”.
Kiro que já estava em estado de total agonia por ser pobre e dificilmente ter o que comer, estava sangrando por causa do apunhalamento da noite anterior, havia entrado em colapso tanto físico quanto mental.
Cidadão³: Finalmente chegamos aqui, e que peso que estamos tirando de nossas costas, já havia pensado em matar este garoto mesmo. HAHAHA
-Cidadão¹: Sim, agora vamos volt... AAAAAAAAAAAAAAAAAH
-Cidadão³: MAS QUE PORRA É ESSA?
Enquanto o cidadão¹ cuspia sangue com um grande buraco em seu peito o cidadão³ nem se preocupava com ele e ficava olha com os olhos tremendos para o que vinha de cima,
Um enorme Monstro com Físico parecido de um humano de olhos vermelhos, com correntes em seus braços e pés, parecia com um escravo que vinha do inferno.
-Cidadão³: FUJAM! ANDEM DEIXEM O GAROTO E FUJAM! ESSE MONSTRO IRÁ MATAR A TODOS!
Os cidadãos fugiam desesperadamente sem olhar para trás e ver que o monstro estava prestes a pisoteá-los.
O som dos ossos quebrando e do sangue explodindo por causa da pressão do piso foi apavorante, o pobre Kiro vomitou ao ver e ouvir aquilo.
-Kiro: Agora é a minha vez, mas eu não estou pronto, eu não quero morrer... Se eu morrer... Quem vai...
-???: KIRO! Não entre em pânico jovem você tem o que é preciso para derrotar este monstro e isto está tanto em seu coração quanto na cicatriz feita por ele.
-Kiro: O que? Quem falou isso? Quem é você?
O Gigante estava desferir um soco no chão onde Kiro estava ajoelhado com lágrimas nos olhos e com sangue escorrendo de suas costas feriadas.
-Kiro: Ah... É o fim... Eu... Vou... Morrer...
-???²: Kiro o que você desejava ter antes de morrer?.......
-Kiro: O que... Eu... Desejava? Eu queria ter poder para poder lutar e ter um mundo onde eu pudesse viajar e viver sem me preocupar com nada... Eu queria poder... Não... Eu quero... Esse poder... DÊ-ME O PODER!
Quando Kiro gritou isto em voz alta foi como se o tempo tivesse ficado em câmera lenta. Seus olhos que antes eram brancos como as neves agora estavam em uma cor vermelha carmesim.
-Kiro: o que é isso? Meu sangue... Quente... É como se esta ferida em minhas costas não existisse, a fadiga sumiu e meu medo também...
-???: Kiro, Finalmente você acordou agora pegue isto e derrote este servo do inferno.
Uma espada semelhante à de um samurai japonês com um gume caiu diante de Kiro ela emitia uma aura perto de Kiro. Ele a pegou, e primeiro cortou o braço do gigante.
-Kiro: Eu consegui, eu o cortei, mas ainda não acabou.
Kiro desferiu três golpes no gigante antes do tempo voltar ao normal, aquele no braço que o amputou, outro no abdômen e o último onde ficaria seu cérebro.
O gigante gritou e sangrando resolveu recuar falando “We’ll Meet Soon and for sure i’ll kill you(Vamos nos encontrar cedo e certamente vou mata-lo).
Kiro ainda em choque desmaiou pela fadiga e hemorrágia.
Sift Heads Project – Cap 1 – Fim
-Jukka Rocha
PS¹: Sobre os vazios do passado do protagonista , convenhamos que como ele perdeu a memória é bom saber sobre o que aconteceu com ele, junto dele ao invés de já saber e ler o capítulo seguinte e falar: “Ah eu já sabia pra que falar isso denovo?” :x
PS²: O próximo só sairá quando a preguiça que me domina sair de mim e eu receber uma boa aprovação e motivação pra continuar ^^ ~Juk loging out...

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Shell Shock - Capitulo 7



A floresta ficava densa cada vez mais que Sebastian ia para dentro dela, os gritos não paravam, e ficavam cada vez mais baixos, olhava ao seu redor, e nada via. até que viu uma luz no seu lado direito, decidiu seguir aquela luz em silencio. lá 2 homens amarravam uma mulher em silencio de cabeça para baixo, um deles puxava uma adaga e começava a falar uma linguá estranha, Sebastian ficava atrás da arvore esperando o momento certo para atirar e render os 2.
-Nigri post mortem nihil erit, et mundus periturus esse.
-Etiam mors atra pervenerit, sacrificia erit illa pascere
-Parado ai. - Sebastian empunhava a arma quase atirando o gatilho. Um correu e foi baleado na cabeça por Sebastian, por causa a adrenalina, o outro permaneceu  com as mãos para cima.
-O que você está fazendo ?
-Nemo de tuo negotio !
-Hã ?
-Peña habere te occidere diluculo !
O homem rapidamente tentava esfaquear Sebastian, e tomou um tiro na canela.
-Filius canis !!! Te necabo !!!
-Não sei o que você esta falando, só sei que você Vai vir comigo.
Amarrava a figura estranha há uma algema reserva que havia pego antes de sair, pegava a faca e cortava a corda na qual a mulher estava pendurada, erá a garota que ele havia visto quando chegou na ilha. estava desacordada, dando prioridade a ela, ele tentou sair o mais rápido da floresta levando a garota em suas costas, esquecendo o homem que berrava.
-Damnant,hinc mihi,tu bastardus. Umbras devorabit me!!!
Sebastian ignorava e corria para fora da floresta, após correr por 16 minutos, foi até a alá médica e deixou a garota lá, dava uma olhada e parecia muito com sua falecida esposa, tinha duvidas se ela era, porem, decidiu retornar para o seu alojamento.
Chegando lá, Haskel parecia estar sobre sono profundo, deitou-se na cama e fechou os olhos.
ao abrir de novo estava em uma praça. ele sentava no banco, tentando relaxar até que foi interrompido.
-Você se sente bem Sebastian ?
-Hã ? Quem é você ?
-Não importa quem sou eu ? - falava um homem com capa e um chapéu. - Você se sente bem neste lugar ?
-Não. Tudo aqui é tão estranho, parece que as sombras, elas querem me devorar.
-Hmmm, talvez elas queiram, só que elas só iram devorar, se você deixar, creio que isso não é uma escolha certo ?
-Não.
-Certo, hmm, creio que aqui você vai descobrir muitas coisas, nada agradáveis sobre a história da humanidade. Enfim, creio que hora de eu me despedir, nos vemos em breve Sebastian.

a figura caminhava em direção há luz, e logo em seguida Sebastian via um brilho que cegava, quando abria os olhos novamente, estava em seu alojamento. o primeiro dia naquela ilha já havia passado. o segundo estava pra vir, e com ele, muitos acontecimentos estranhos.