quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Heart of Hero - Por DanielGTR


Capítulo 7 – O fracasso

Kyouko se joga na frente de Yuuki...
Quando o ataque estava prestes a acertar os dois... Um grande selo mágico apareceu na frente de Kyouko.
Era alguma magia que Kyouko tinha usado inconscientemente para defendê-la.
Grande parte do dano foi evitado, mais o ataque de Akuto era muito forte e quebrou a magia de Kyouko.
Os dois caíram no chão com o impacto, e Kyouko parecia estar machucada...

Yuuki: Kyouko... Você está bem?
Kyouko: S-Sim... Estou bem...

Akuto rapidamente chegou até eles e deu um golpe em Yuuki...
Yuuki cuspiu um pouco de sangue ao receber o ataque...

Akuto: Eu já falei pra acabar com essa palhaçada... Eu vim aqui para levar a princesa comigo...

Então Akuto pegou a princesa e foi em direção ao portal mágico de onde veio.

Yuuki: Não... Não... Deixe a Kyouko em paz. – Disse Yuuki tentando se levantar.

Akuto apenas ignorou e continuou indo embora.

Yuuki: Kyoukoooooo...
Kyouko: Yuuki-kunnnnn...
Yuuki: Kyoukooooooooooooo...
Kyouko: Yuuki-kunnnnnnnnnn...

Os dois gritavam enquanto se distanciavam cada vez mais... Até que finalmente Akuto foi embora levando a princesa Kyouko.

Yuuki: Não... Não pode ser...
Yuuki: Ky-ou-ko...

Yuuki não podia acreditar que tinha falhado em proteger a princesa, ele estava lá olhando para o lugar de onde Kyouko havia partido.
Até que passando algum tempo ele desmaiou...

6 horas depois...

Yuuki finalmente tinha acordado, e estava meio confuso...

Yuuki: Ai... Minha cabeça... Hã... Kyouko? Kyouko... Onde você está? Kyouko... – Disse Yuuki olhando para os lados.
Ayana: Acalme-se Yuuki-san...
Yuuki: A-Ayana-sama... Onde está a Kyouko-hime?
Ayana: Yuuki-san, você precisa descansar...
Yuuki: Ayana-sama, por favor... Me responda...
Ayana: Bem... A Kyouko foi... Ela foi seqüestrada...
Yuuki: O-O que?? Então foi verdade... Eu- Eu falhei em proteger a princesa...
Yuuki: Mais que droga... Que droga... – Disse Yuuki em uma mistura de revolta e angustia.
Servo: Ayana-sama... O rei solicitou a presença de Yuuki-sama assim que possível...
Ayana: Tudo bem... Obrigada.
Ayana: Não precisa se apressar... Descanse mais um pouco...
Yuuki: Não... Eu vou la para receber a punição pelo meu fracasso...

Então Yuuki foi se encontrar com o Rei...
Chegando lá, Yuuki se ajoelhou diante o Rei e disse:

Yuuki: Homura-sama... Estou pronto para minha punição...

O rei apenas olhou para ele e disse:

Homura: Punição? Quem falou algo sobre isso?
Yuuki: Hã?? Mais... Eu falhei em proteger a princesa...
Homura: Meu jovem... Eu tenho certeza que você fez tudo que podia... Mais eu também conheço a força do inimigo...
Homura: Afinal... Ryuubi não perderia para qualquer um...
Homura: Bem... Eu ainda tenho alguma esperança... Eu posso mandar alguém resgatar a princesa...
Kishimaru: E esse alguém serei eu...

Yuuki ficou espantado quando viu quem era...
Kishimaru era o braço direito do Rei, e também era muito forte...

Yuuki:(Mais a tarefa de resgatar a princesa, tinha que ser dada a mim, afinal... Eu tenho que reparar meu erro) – Pensou Yuuki
Yuuki: Homura-sama... Por favor... Permita-me resgatar a princesa...
Kishimaru: O que está dizendo?? Sou eu quem vai resgatá-la... Você já falhou uma vez, não podemos correr o risco de acontecer novamente... – Disse Kishimaru friamente.
Homura: Acalmem-se... Kishimaru... Olhando para os olhos desse jovem... Eu vejo um grande potencial e dedicação.

O rei pensou por algum momentos e...

Homura: Tudo bem... Yuuki, eu vou permitir que você vá...
Kishimaru: O que? Mais... Majestade...
Homura: Já está decidido Kishimaru...

Então Kishimaru se calou, e olhou com ódio para Yuuki.

Yuuki: Obrigado Homura-sama... O senhor não vai se arrepender...
Yuuki: Mais... Por que eles levaram a princesa?? O que eles querem com ela...?
Homura: Bem... Eu não sei exatamente... Mais é bem provável que seja pelo Poder Oculto que ela tem...
Yuuki: Po-Poder Oculto?? O que o senhor quer dizer...?
Homura: Meu jovem... Eu vou te contar sobre o incrível Poder que Kyouko tem desde seu nascimento.
Homura: A chamada “Magia do Corpo Celeste”.

Próximo Capítulo – O Poder de Kyouko

OBS: Sama = Pessoa de nível superior.

Pequenos Gestos, Grande Amor - Cap 16 por: Ali-chan


O meio-dia havia chegado rapidamente.
- Vamos começar a comer? A fome já aperta. – Disse Yaegashi.
- Sim, também estou a ficar com fome. – Disse Sousuke a meter a mão na barriga.
Rea e Mio concordaram também, Sousuke e Yaegashi começaram a estender a manta que Mio trouxe, Rea e Mio pegavam na comida da mochila de Rea, depois foram pegar a comida da mochila de Mio.
- Bom, eu não trouxe muito para comer, mas lembrei-me de trazer uns pãezinhos que soube que provaram e gostaram muito. – Disse Yaegashi a sorrir.
- Yep, Yaegashi é quem os prepara e dá-me sempre alguns de graça, ahah, obrigada Yaegashi. – disse Sousuke agradecendo.
- Não precisas agradecer, eu faço sempre a mais em casa para te levar alguns já que gostas tanto. – disse ele a sorrir.
- Uau, então és tu que preparas estes pães incríveis? São muito bons, estás de parabéns, nunca comi algo assim. – Disse Rea entusiasmada.
Mio estava maravilhada a olhar para os pães que colocaram em cima de um prato de plastico, Yaegashi repara nela.
- Não precisas de te conter, trouxe bastantes. – Disse ele a sorrir para Mio.
- O..obrigada. – Respondeu ela pegando num e começando a comer.
Mio parecia maravilhada uma vez mais pelo sabor dos pães. Todos pegaram em um e Rea preparava agora uns copos de plástico para colocar o chá.
- Ainda deve estar quente, a minha mãe pôs o chá num recipiente térmico. – disse Rea a entregar os copos a todos.
- Uh, está quente sim, e bem. – Disse Sousuke a rir ao queimar-se um pouco quando pegou no copo.
Comeram com calma, ouvia-se os pássaros em volta e os patos na água, era relaxante.
Quando terminaram de comer, arrumaram tudo e colocaram o lixo numa saca para levar depois.
- Rea, quero falar contigo, podes vir comigo? – Perguntou Sousuke olhando para ela a sorrir.
- Sim claro. – Respondeu ela levantando-se rapidamente.
- Nós não demoramos, até já. – Disse Sousuke olhando para Mio e Yaegashi e piscando o olho.
Os dois foram dar a volta às árvores, não demorou até que não se conseguisse deixar de os ver.
- Rea, vamos dar a volta pelas árvores devagarinho e sem fazer barulho, quero ver isto. – Disse ele a dar uma gargalhada.
- Pois, bem me parecia que os querias deixar a sós, achas que vai correr bem? – Perguntou ela preocupada com Mio.
- Vai sim, o Yaegashi é gentil, ele vai conseguir fazer algo sem a deixar com medo, vamos rápido. – disse ele entusiasmado.
Rea concordou, mas mais porque queria saber se Mio ficaria bem, se ia conseguir falar.
Chegaram então atrás de uma árvore sem fazer barulho, Yaegashi e Mio não os haviam notado.
- Estás a gostar do dia? – Perguntou Yaegashi a ver que ela estava desconfortável.
- Ah, sim, imenso, está a ser divertido. – Disse ela a dar um sorriso
- Ainda temos o resto do dia, pretendo usar esse tempo para conseguir deixar-te à vontade perto de mim. – Disse ele a sorrir
- Yaegashi.... ahmm – Disse ela com dificuldade em continuar.
- Não precisas, o teu sorriso já agradeceu tudo o que havia para agradecer daquele dia. – Disse ele gentilmente.
Mio ficou completamente vermelha e desviou o olhar. Ganhou coragem e olhou de novo.
- O..obrigada por tudo, devo-te a minha vida, salvaste-me, obrigada, mas não fiques em perigo dessa forma também, quase que eras tu quem ficava lá. – Disse ela a ficar triste.
- Mas não fiquei, e faria tudo de novo, Mio – Chamou ele.
- sim? – Perguntou ela.
- Fica a meu lado. – Disse ele sorrindo e pondo a mão no seu rosto.
- Sim. – disse ela deslumbrada.
- Ah, hum, espera, como, na...na...namorados? – Disse ela ao cair em si, atrapalhada e completamente vermelha.
- Sim, queres ser a minha namorada? – disse ele a aproximar-se pondo um joelho no chão.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Pequenos Gestos, Grande Amor - Cap 15 por: Ali-chan


- Uau, perfeito. – disse Rea a contemplar.
Mio concordava olhando em volta.
- Vá, vamos lá ver um bom lugar para sentar então. – Disse Yaegashi.
Eles andaram um pouco mais, estava um bom dia, apesar de algum calor, não havia nuvens no céu sequer.
- Aqui parece um bom sitio. – Disse Mio olhando em volta de novo.
Estavam perto das árvores e em frente ao lago.
- Não vamos tirar já a comida. – Disse Sousuke muito serio.
- Porquê? – Perguntou Rea, apesar de não ter intenções de tirar, perguntou pela cara que Sousuke fez.
- Porque seremos todos atacados, isto ia virar um campo de guerra, e nós não estamos armados, estamos em desvantagem, tanto em recursos como em número. – Disse ele olhando em volta com os olhos cerrados.
- Não estou a entender nada, porque haveria uma guerra? – Perguntou ela.
- Rea, eu conheço o inimigo, não temos como vencer esta batalha, vamos ser mais inteligentes e não dar o primeiro passo, os patos e gansos já estão a suspeitar da nossa conversa. Malditos espiões. – Disse ele ainda mais serio fazendo um “tsk”.
- Einh? – Rea não estava a entender nada e estava cada vez mais confusa.
Yaegashi ria e Mio trocada olhares com Rea.
- Os castores e aves, ia ser uma batalha intensa, a sobrevivência do mais forte... Não olhem directamente nos olhos deles, eles podem ofender-se e partir para um investida. Acalmem-se, eu protejo-vos se algo acontecer. – Disse ele dando com a mão no peito determinado.
Todos começaram a rir e Sousuke vai à sua mochila que parecia estar cheia.
- Sousuke não me acredito que trouxeste isso. – Disse Rea a rir.
O grupo olhava agora para o que Sousuke estava a tirar da mochila, era um cobertor de cama de casal.
- Temos que nos sentar, nada melhor que um cobertor por cima da relva para estarmos confortáveis. – Disse ele a dar uma gargalhada.
- Eu também trouxe algo para nos sentarmos por cima. - Disse Mio a retirar uma manta - Era mais para quando fossemos comer.
- Perfeito, assim ainda mais confortáveis ficamos, e não sujamos o cobertor com comida, se alguém deixar cair ahah. – Disse ele a rir.
- Pois, não convém sujar um cobertor, trouxe isto mesmo para isso. – Disse Mio dando um sorriso.
Cada um pegou numa ponta do cobertor e colocaram esticado no chão, pondo algo nas pontas para não voar. Deixaram a manta na mochila para quando fosse a hora da comida ou alguém tivesse fome.
- Vamos jogar!! – Disse Sousuke entusiasmado tirando um disco da mochila.
Todos gostaram da ideia e concordaram imediatamente.
Começaram a jogar, estavam todos alegres, já não havia tensão no ar, Rea e Mio estavam completamente à vontade.
- Uhh, preciso de beber água, isto cansa. – Disse Rea atirando o disco para Mio.
- Vamos fazer uma pausa e ver os patinhos a boiar? – Sugeriu Sousuke.
Todos concordaram e foram para o cobertor, sabia realmente bem sentar lá.
- Hoje vai ser um dia em cheio, trouxe de tudo, até espadas do star wars! – Disse Sousuke a rir.
- Espadas do star wars? Uau, realmente trouxeste de tudo, ahah. – Disse Mio a rir.
- Nah, estou a brincar, mas porque só me lembrei agora, senão tinha trazido mesmo. – Respondeu ele a dar uma gargalhada.
A manhã foi repleta de brincadeira, jogaram voleibol  raquetes, mais um pouco ao disco, correram uns atrás do outros, Sousuke imitava os patos. Passou incrivelmente rápido.

Heart of Hero - Por DanielGTR


Olá Pessoal!
Venho informar que a história terá uma pausa essa semana por motivos editoriais...
Heart of Hero volta ao normal no próximo capítulo que será postado semana que vem...
Fiquem com um especial para aguentarem até lá. :)
Att: DanielGTR

Capítulo 6 – Yuuki e Kyouko (Filler)

Reino de Koroy – 10 de Outubro de 1859

-Cerimônia de nomeação a Cavaleiro-

Lá estava o Rei Homura realizando a cerimônia que iria formar os novos cavaleiros.
Yuuki finalmente estava se tornando um cavaleiro naquele dia.
Quando chegou a vez de Yuuki, o Rei sorriu para ele e disse:

Homura: Eu... Rei Homura... Proclamo que você... Oosawa Yuuki é a partir de agora um cavaleiro do Reino de Koroy.

Enquanto Homura dizia essas palavras, ele concluía a cerimônia tocando a espada nos ombros de Yuuki.
A rainha Ayana e a Princesa Kyouko estavam muito felizes, pois há muito tempo conheciam Yuuki, e o dia que ele finalmente seria reconhecido como cavaleiro, tinha chegado.
Mais algumas pessoas que estava assistindo, não gostavam muito pelo fato de Yuuki não ser um “nobre”.

Pessoas: Olha aquele menino... Como ele pode ser um cavaleiro mesmo sendo um mero plebeu?
Pessoas: Realmente, a dignidade do reino está cada vez mais esquecida...

Kyouko estava ouvindo o que as pessoas diziam, e não podia ficar calada...
Yuuki podia ser um plebeu, mais tinha notas melhores do que alguns nobres na academia mágica e era muito esforçado.
Quando ela se levantou para reclamar, sua mãe apenas pediu para ela fingir que não ouviu nada para não causar problemas...
Então mesmo contra sua vontade, Kyouko obedeceu.
Já no fim da cerimônia, o Rei chamou a atenção de todos para dar um aviso:

Homura: Eu declaro que a partir de hoje... Oosawa Yuuki será o cavaleiro particular da princesa Kyouko.
Yuuki: Eeeeehhhh...

Yuuki ficou surpreso e envergonhado ao mesmo tempo, ele não podia acreditar que ficaria o tempo todo ao lado da princesa.
As pessoas ficaram mais furiosas ainda... Não podiam aceitar que um mero plebeu iria ficar encarregado de proteger a princesa...
Após a cerimônia terminar, Kyouko foi correndo encontrar com Yuuki.

Kyouko: Yuuki-kunnnnn – Disse Kyouko pulando nos braços de Yuuki.
Yuuki: H-Hime, é perigoso fazer isso.
Kyouko: Não se preocupe, você não deixaria acontecer nada comigo não é? – Disse Kyouko dando um sorriso.

Saindo dali, Yuuki e Kyouko foram para o jardim do palácio para conversar...

Kyouko: Que bom néh Yuuki-kun... Agora você é um cavaleiro de verdade.
Yuuki: Bem... Sim... Mais sinto que não sou aceito por todos.
Kyouko: Hm... Você fala daquela gente que disse besteira durante a cerimônia?
Kyouko: Não ligue pra isso...
Yuuki: Mais...
Kyouko: Você foi reconhecido pelo próprio Rei, o que os outros pensam não importa... Néh? – Disse Kyouko sorrindo gentilmente para Yuuki.
Kyouko: E, além disso... Éhh... Você é meu cavaleiro néh... – Disse Kyouko baixinho.
Yuuki: Hm...? Eu não consegui ouvir...
Kyouko: N-Nãooo... Nada... Nada... – Disse Kyouko envergonhada.
Kyouko: Bem... Conto com você para me proteger... Yuuki-kun...
Yuuki: Mais é claro... Eu prometo.

Mais tarde teve uma grande comemoração para os novos cavaleiros, e o dia terminou com grande felicidade.

Próximo Capítulo – O fracasso

A lágrima de luz



Um mundo regído pela coragem e ambição do homem, em que a lei nada mais é que, o ressuar de uma lâmina sangrenta ao passar numa garganta de pele fina e delicada. É neste mundo que se enquadra esta história...

Viviam felizes e em comum com a natureza a família Ganlli, numa aldeia rodeada de prados verdes e ambundante em árvores de fruto, aqui criavam os seus animais e prosperavam juntos com os seus. Podíamos afirmar que era uma aldeia alegre e feliz, que ao virar da esquina de cada canto encontraríamos um sorriso de alguém ou o simples ruído alegre provocado pelas crianças que nela viviam...

Mas a situação no país era um pouco diferente desta realidade, nele começavam a surgir guerras por posses e lutas sangrentas pelos territórios, e tal como em todo o tipo de lutas surge sempre alguém ou algo que leva o homem a perder a sua sanidade mental, tornando-o num ser frio e de "gosto" pelo derrame de sangue provocado pelas suas crenças.

Neste cenário de guerra a nossa pequena família composta pelo pai, mãe e 2 filhos decidem partir da sua aldeia e encontrar um local onde possam viver de igual forma e com o sentimento de cada dia que demonstravam na sua aldeia passada. Esta procura tornou-se algo dificil, pois a cada local habitado que a família chegava, os olhares dos que os rodeavam eram frios e repugnantes, como se de algo de mal essa família se tratasse.

Com o passar da procura lá encontraram um local mais acolhedor e reservado para prosseguirem as suas vidas, mas esse local teve uma condição, seu pai iria combater ao lado dos guerreiros que se reúniram pelas redondezas, apesar de ser um pensamento jamais desejado pelo pai da família, ele não encontrára outra forma de deixar a sua família em "bem estar".

Assim se passaram cinco anos entre partidas e chegadas de coração apertado, entre lágrimas e sorrisos, entre dias tenebrosos e negros e outros de felicidade exponencial...

Reza a história que a última chegada do seu pai acontenceu nesses 5 anos, nunca mais foi visto tal homem, a família continuou acreditar no seu regresso com o rosto coberto de lágrimas mas com uma luz no fundo do coração, luz essa que inda hoje se mantém ascesa pelos seus membros familiares.

"Hoje eu, Roritz Ganlli parto do coração da minha família em busca de um outro que um dia partiu, outro esse que criou família, prosperou e um dia partiu. Para que lado paritu não sei, mas eu partirei sem ter a minha própria família e com o sentimento que tudo que tinha aqui ficou!!! Parto assim triste e com lágrimas que escorrem entre o rosto frio e gelado, pingam estas sobre uma lâmina que levam o sentimento de encontrar  alguém esperado e com um coração de voltar para um peito quente e aconchegado".

Medieval - Evento Semanal por: Ali-chan


São tempos difíceis para o povo, as guerras não paravam, a busca por território era imensa, existiam muitos rebeldes. Nós, o povo, trabalhávamos imensas horas, mesmo na nossa própria terra, as Mulheres tratavam da casa, das quintas, dos campos, os Homens ajudavam quando chegassem da guerra, muitas das vezes não voltavam inteiros, outras nem sequer voltavam. O pior de tudo era a fome, apesar de trabalharmos imenso, tínhamos apenas 2 pães para o dia todo e uma família inteira, pelo menos, onde eu estava era assim.
O povo desta aldeia, voltou as costas à guerra, os Homens e os adolescentes tinham destinos horrendos no campo de batalha, decidimos então fugir de todo o conflito.
Para que não fossemos mortos, por alguma outra aldeia de passagem, viramos nómadas, andávamos sem rumo, centenas de pessoas nómadas, íamos buscar alimento aqui e ali, e lá nos safávamos. Víamos muita fome por onde passávamos, a doença também andava por todo o lado. Mas continuamos a andar como sempre.
Certo dia, chegamos a um local cheio de espaço, tinha muita pedra e campos, era tudo tão belo, alimento não faltava, pois as árvores davam todo o tipo de fruta, a zona parecia ser despovoada, então montamos as tendas e ficamos por lá. Os dias passaram e passaram, tudo estava perfeito, felizes, festa todos os dias, danças, cantorias, instrumentos, nada faltava. Até àquela noite, ouvimos um som ao longe, e rapidamente gritos frenéticos a vir em nossa direcção, todos entramos em pânico e corremos, excepto pelos homens, ficaram para guardar o que haviam conquistado pelas suas mãos, iriam defender aquilo e as suas famílias a todo o custo, nem que isso lhes custasse a vida.
Entraram em batalha, o resto, Mulheres e crianças, escondemos-nos.
Era uma batalha brutal, ouvia-se gritos de dor, agonia, terror, euforia, e alguns risos.
Logo terminava o som predominante, não sabíamos quem tinha ganho.
Ao tentar espreitar por entre as rochas, notamos que já estavam muito perto para fugir, eles haviam nos descoberto, então nós mesmas partimos para a batalha.
Não demorou até que fossemos presas, íamos ter o pior dos destinos, não era a morte, era tortura e muito mais.
São tempos difíceis de se viver.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Heart of Hero - Por DanielGTR


Capítulo 5 – Yuuki VS Akuto

Yuuki tomado pela raiva, correu em direção a Akuto.
Ele levantou sua espada e tentou acertar Akuto, mais o ataque foi facilmente defendido.
Yuuki recuou uma certa distância, posicionou sua espada e disse:

Yuuki: “Raitei – Shourai”

Um trovão saiu da espada de Yuuki e foi em direção a Akuto, mais ele colocou sua espada na frente e defendeu.

Akuto: Com um ataque fraco desses que você espera me vencer?
Akuto: Veja se consegue defender esse...
Akuto: “Blade’s of Wind”

Akuto movimentou sua espada e uma rajada de vento veio cortando tudo que estava no caminho.
Yuuki colocou sua espada na frente para defender, mais foi jogado longe ao receber o impacto.

Akuto: Esse foi um dos meus ataques mais fracos e você não conseguiu defender?
Akuto: Você não está pronto para defender nem a si mesmo, e quer proteger outra pessoa?
Yuuki: Cale-se... Quem você acha que é pra falar de proteger alguém? – Disse Yuuki se levantando.

Yuuki novamente se posicionou e lançou outro ataque.

Yuuki: “Raitei – Shourai”

Novamente um trovão saiu da espada de Yuuki e foi em direção a Akuto, mais ele apenas refletiu o golpe com sua espada.

Akuto: Esse ataque de novo? Já não disse que é inútil?
Akuto: Veja como é um ataque de verdade...
Akuto: “Ice Blade”

A espada de Akuto ficou congelada e ele rapidamente foi atacar Yuuki.
Akuto desferiu uma sessão de ataques, enquanto Yuuki tentava se defender...

Akuto: Hm... Até que você resistiu por muito tempo...
Akuto: Bem... Está na hora de acabar com a brincadeira...

Akuto concentrou uma grande energia em sua espada...

Yuuki: Esse poder incrível... Será aquele ataque que ele usou contra o meu Pai?
Yuuki: Não... É diferente...

Enquanto Yuuki estava observando o ataque... Akuto disse:

Akuto: Adeus garoto...
Akuto: “Blade’s of Death”

Uma incrível massa de energia negra veio em direção a Yuuki.
Yuuki estava impressionado com tamanho poder, e não conseguia reagir.
O ataque se aproximava cada vez mais...

Kyouko: Yuuki-kunnnn

Quando Yuuki olha para a princesa, vê que ela vinha em sua direção.

Yuuki: Hime se afaste...

Mais já era tarde... Kyouko corre na direção de Yuuki e se joga na frente dele.

Próximo Capítulo – Yuuki e Kyouko

OBS: “Raitei – Shourai” = Deus do Trovão – Invoco-o
         “Blade’s of Wind” = Lâmina de Vento
         “Ice Blade” = Lâmina de Gelo
         “Blade’s of Death” = Lâmina da Morte

Pequenos Gestos, Grande Amor - Cap 14 por: Ali-chan


A viagem passou rápido e estavam chegavam agora à estação de Miazawa, era uma zona conhecida pelos seus terrenos, repletos de lagos com animais, árvores e claro muito terreno coberto de relva tratada. Era o sitio perfeito para relaxar e passar um bom dia.
- Uhh, finalmente chegamos! – Disse Sousuke a espreguiçar-se.
- Até parece que viajamos por horas, o ar aqui é tão limpo, sente-se um cheiro diferente até. – Disse Rea apreciando.
- Verdade, muito diferente dos outros locais. – Concordou Mio fazendo o mesmo.
O ar era leve, parecia até mais fácil respirar, o cheiro da relva molhada sentia-se mesmo estando ainda na estação.
- Já começa bem, vamos? – Perguntou Yaegashi.
- Rumo às pradarias!! – Disse Sousuke entusiasmado levantando o braço.
O grupo foi então. Ao sair da estação dava para ver logo uma rua para os carros e em frente um parque com algumas cadeiras e caminhos para quem gostasse de passear ou fazer exercício.
- Vamos procurar um bom lugar, onde não tenha muita gente para estarmos à vontade. – Disse Yaegashi.
O grupo concordou e foram então em direcção ao parque. Era a primeira vez que Rea e Mio haviam estado ali, por isso estavam a seguir Sousuke e Yaegashi, indo atrás deles. Estavam um pouco afastados, dava para conversar baixinho sem que os outros dois ouvissem.
- Ei, Yaegashi gostas da Mio? – Perguntou baixinho Sousuke a rir.
- Ela é um amor de pessoa, apesar de reservada. Acho que se conhecer as pessoas se vai abrir mais, obrigada pela sugestão de virmos cá, acho que ela vai ficar menos tensa. – respondeu Yaegashi.
- Boa forma de esquivar à pergunta, ahah, mas tens razão, foi com esse propósito  além de claro, nos divertimos num dia diferente. Acho que elas vão-se sentir bem e mais libertas da timidez. – Disse Sousuke a dar um pequeno sorriso.
A conversa deles continuou, mas mudaram de assunto para concordarem com um bom sitio para passarem o dia.
- Mio, como é que conheceste o Yaegashi? – Perguntou Rea baixinho também para os outros não ouvirem.
- Ele... hum. – Mio começava a falar mas estava relutante.
- Se não quiseres contar tudo bem, não te vou forçar, apenas reparei no café que já se conheciam, o Sousuke está a agir de forma estranha em relação a isso. – Disse ela.
- Eu acho que o Sousuke está a agir como um casamenteiro, ele não sabe o que aconteceu, mas ele reparou, antes de o Yaegashi dizer algo lá no café, que já nos conhecíamos. No final do ano passado, eu estive para ser atropelada por um comboio (trem), eu estava à espera dele, mas alguém me empurrou sem querer e entrou em pânico e não ajudou, eu tinha magoado o tornozelo ao cair na linha, o comboio estava a chegar, cada vez mais perto, eu entrei em pânico também, mas não me consegui mexer por causa do medo e de estar aleijada. Foi então que o Yaegashi pulou na linha, pegou em mim e atirou-me para um sitio seguro, ele escapou mesmo por um bocado, 2 segundos a mais e era ele quem teria sido atropelado. – Disse Mio a recordar com um sorriso. – Ele salvou a minha vida, quase perdeu a dele ao fazê-lo, estou-lhe eternamente grata, mas mesmo assim nem consigo estar ao pé dele e falar direito, as palavras não saem. – Continuou ela.
- Uau, ele realmente teve muita coragem, agora entendo o porquê de ficares assim ao pé dele. – Disse Rea a sorrir.
- Como assim? – Perguntou ela rapidamente a ficar vermelha. – Eu, ah, só quero... agradecer. – Disse ela a baixar a cabeça e olhar para o lado ainda mais vermelha.
 - Claro, deves agradecer, mas com o tempo tenho a certeza que vais conseguir dizer o resto. – Disse Rea a pôr a mão no ombro dela.
- Que resto?? Não, entendes-te errado! Eu não quero isso com ele, não não não, muito errado! Amigos, não coloridos. – Disse ela a ficar completamente vermelha e atrapalhada.
- ahah, ninguém falou em coloridos. Ele parece muito calmo e paciente, não deves ter problema em te preparar para a confissão. – disse Rea a ficar deslumbrada com o pensamento, metendo as mãos na cara.
- Na verdade, eu não lhe consegui agradecer... Até hoje não lhe disse um obrigado decente, foi tudo tão rápido, quando notei, a ambulância já lá estava e o Yaegashi a falar com eles, despediu-se acenando com um sorriso e nunca mais o vi até ao dia de ontem. Sempre estive à espera de o encontrar para agradecer, ele estava tão perto e eu nem fui notar. – Disse ela a ficar triste.
- Não te preocupes. – Disse Rea a sorrir. – Ele sabe que estás agradecida, e já entendeu à muito tempo que és tímida, ele sabe Mio, tenho a certeza.
- Obrigada, hoje vou-me esforçar, vou conseguir dizer-lhe. – Disse ela determinada.
- Dizer-lhe o quê? – Perguntou Rea a dar um riso levantando as sobrancelhas.
- Agradecer!!! Rea agradecer. – Disse ela a ficar vermelha de novo.
- Estamos a chegar meninas!!! – Gritou Sousuke apontando em frente.
Rea e Mio apressaram o passo, com a conversa distanciaram-se ainda mais deles.
Já se via mais ao menos ao longe, era um terreno rodeado de árvores, muito verde para onde quer que se olhasse, também não tinha ninguém naquela parte e havia um lago mesmo no meio que tinha algumas aves nele.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

A Ilha das Sombras - Cap 1 por: Natsu Dragneel


Ilha das Sombras
Escrito por Natsu Dragneel

[1]

Tudo começou ha dois anos atrás, quando um grande arqueólogo que se chamava Morton e Lamb um homem milionário que o contratou, começaram uma busca com o objetivo de encontrar umas tábuas de pedra que os levariam a um amuleto para satisfazer sua ambição de se tornar o homem mais poderoso do mundo, mas Morton foi encontrado morto na “Ilha das Sombras” quando procurava pelas tais tábuas. Diz a lenda  que quem as encontrasse poderia mudar sua vida completamente, mas também libertaria várias criaturas das sombras transformando o mundo em um verdadeiro inferno.
Edward é um detetive particular e estava trabalhando em um caso, quando soube da notícia de que seu velho amigo tinha sido encontrado morto misteriosamente, ele ficou tão abalado que teve de abandonar o caso. Depois do acontecido ele foi à busca de respostas por conta própria, quando vasculhava nas anotações de Morton, descobriu sobre um amuleto e onde o mesmo está escondido. Edward estava em seu escritório olhando para intermináveis papéis sobre a mesa, quando o telefone tocou, trimmmmtrimmmm, “alô”, sr. Edward eu gostaria muito em falar com o senhor....., ”quem está falando?, e como sabe meu nome?”, venha me encontrar em meu escritório amanhã à tarde no endereço (Caibam Cover – 525), que lhe contarei tudo...., “Droga ele desligou, mas quem diabos é esse cara?, o escritório dele fica à duas quadras daqui não muito longe”. Edward deitou em sua cama, pensando no misterioso homem do telefonema e acabou adormecendo de tão cansado que estava. Chegando ao local marcado, Edward se depara com uma linda mulher de cabelos longos e castanhos e seus olhos azuis. Aline é uma jovem professora de Etnologia na Universidade de Boston, e está atrás de seu pai desconhecido que desapareceu quando ainda pequena. Os dois se olharam por um segundo e entraram no escritório ao mesmo tempo, um homem velho, gordo e careca já os aguardava em sua cadeira giratória, “sejam bem vindos...”, vejo que já se conheceram, Edward franziu olhando para o homem e seus seguranças, Edward disse: “por que você me chamou e quem é essa mulher?”, deixe-me apresentar, me chamo Lamb e quero que você encontre um amuleto na “Ilha das Sombras” para mim, essa mulher vai ser sua companheira na busca..., Aline arregalou os olhos e disse: você não mencionou nada disso em nossa conversa de ontem, só disse que iria me ajudar a encontrar pai se o ajudasse a traduzir umas línguas indígenas... Lamb sorriu um largo sorriso, enquanto isso, Edward estava assustado e pensativo porque foi nessa mesma ilha que seu amigo tinha sido morto, - Edward olhou para ele com um olhar de ódio, percebendo que esse era o homem que Morton mencionou nas anotações...
– se eu falar alguma coisa agora eu nunca vou poder descobrir quem matou Morton, também tenho a chance de destruir esse maldito amuleto-“algum problema Sr. Edward?” Lamb perguntou, Edward se segurou e disse: não é nada...
O avião partira em 15 minutos, mas alguma pergunta? 
Edward e Aline trocaram olhares mais uma vez, não! Ótimo espero que tenham uma boa viajem senhores, quando saíram de seu escritório Lamb murmurou “pobre Aline, ela ainda não sabe que eu sou seu querido papai que tanto procura.... hahahahahahaha”. Eles estavam sobrevoando o oceano já próximo à ilha, estava escurecendo á cada minuto...  
–KA-WHAM- Houve um enorme balanço em volta deles, uma incrível pressão acertando a aeronave, o piloto ficou desesperado “estamos perdendo o controle, nós vamos cair”, uma estranha criatura com longas garras arrancou a porta de metal do pequeno monomotor, estilhaços de vidro e metal voando no ar, “Aline pegue os paraquedas rápido”, Edward gritou apontando sua espingarda de dois canos na sombra da criatura por traz da fumaça, -bambambam- eles colocaram os paraquedas e saltaram na escuridão, Aline aterrissou no telhado de uma grande mansão, Edward passou por vários galhos de árvores até cair no chão, ele retirou o paraquedas e olhou em volta, várias árvores mortas, todas com suas galhas secas o lugar estava completamente sem vida, ele colocou a espingarda nas costas e empunhou uma lanterna e uma 9mm, olhando para a direita ele se deparou com um grande cemitério, não muito longe ele avistou um portão de ferro, chegando lá com o brilho de um relâmpago surgiram três criaturas atrás de Edward, de repente sumiram com a escuridão, Edward nem percebeu o que tinha acabado de acontecer, olhando para o velho portão enferrujado, ele tentou abrir mas tinha que ter um tipo de código“merda”. Eu não tenho o código, vou ter que voltar e tentar a outra direção, que saco, chegando onde tinha caído seu rádio comunicador tocou, trimmmm “Aline é você?” sim, sou eu graças a Deus que você esta bem Edward, “onde você está?”. Eu cai no telhado de uma mansão, eu quase morri, estou muito apavorada, não consigo te ver Edward! , acenda uma lanterna! Certo certo, agora estou te vendo, “agora acenda a sua Aline”, também estou te vendo, não fica muito longe daqui, venha logo, estou muito apavorada, “não se preocupe eu vou te encontrar, eu juro. Enquanto eu não chego, procure uma janela aberta e espere lá dentro”, certo, eu farei isso, não demore muito, “eu prometo”...


To be continued.....                                                                                                                                              

domingo, 24 de fevereiro de 2013

Sinopse,História - Apocalipse - Outubro Negro


Quando o sol ficar completamente eclipsado, passará em nosso céu um novo corpo celeste,
"o monstro", que será visto em pleno dia;
os astrônomos interpretarão os efeitos deste corpo de outro modo;
por isso ninguém terá provisões, em face da penúria" : Nostradamus ...


16 de Outubro de 2019, Carlos comemorava seu aniversário junto aos seus amigos e familiares, fazia 25 anos naquele dia...A festa durava até as 8 da noite,quando todos os convidados foram embora, Carlos,se preparava para tomar um banho quando se lembrou de que hoje teria,um meteoro passava pela lua, porem não dava muita atenção ao comunicado na TV, enquanto tomava um banho,na TV passava um comunicado especial.

-E agora estamos com imagens da frança,do que parece ser uma grande onda de violência, pessoas estão reportando  ataques canibais, e outros tipos de atrocidade...- pausa -Ei o que está havendo ??? Não pare !!!!
-Uraaaagh(barulho de carne sendo dilacerada)
-Corre,porra !!! Corre !!!
A TV entrava em estática logo em seguida

Carlos saia do banho e via a TV em estática, confuso desligou a TV, e rumou para o seu quarto, antes de Dormir, Carlos passava no quintal e trazia o cão para dentro,seu nome era Rolf, porem o o cachorro agia estranhamente, latia latia e latia, e nada parava...
-Rolf, o que foi garoto ? 
O latido ficava cada vez mais intenso, até que de repente,alguém ou algo batia em sua porta...
-Quem é ?
-...
-Fala quem é logo ?
-Sou eu porra, deixa eu entrar cara - falava Richard, Desesperado..
-Ta, Calma aee ...
Richard entrava na casa desesperadamente e parecia sem folego.
-O que houve cara, porque tu ta assim ?
-Cara, por favor, vamos sair dessa porra de lugar...
-O que ?
-Me escuta,se a gente não sair vamos morrer !
-como assim ? 
-Porra, você não viu os noticiários? A situação ta foda em todo mundo! parece a porra do apocalipse !
-Mas como cara ??
-Mano, não sei como, mas temos que ir...
*batidas repetidas na porta...
-Mas que porra ??
-Cara, tu ainda tem a pistola ???
-Sim,ela ta guardada la em cima...
-Pega ela...Vamos precisar dela...
*a porta começava a se quebrar
-Rápido !
-Tá,me espera aqui,Rolf vamos !!!
Carlos subia a escada e rapidamente procurava o seu compartimento secreto, lá continha uma pistola de calibre 380,uma Imbel preta, também trocava a sua roupa de dormir para roupas leves, e pretas, Pegava a chave do seu carro, Um Ford Escort 2013, quando descia junto do cachorro, via o seu amigo em pedaços,sendo devorados pelos vizinhos, ficava calado para não chamar atenção porem ao mesmo tempo estava em choque, até que o Cachorro começou a latir freneticamente...
-Rolf,para !!!
Os vizinhos agora tinha toda a atenção para Carlos, voltava para o andar de cima, iria pular da janela pra chegar na garagem, quando avistou a sua rua,estava um caos, tripas,sangue e fogo por todo o lado, parecia um inferno...
-Oh meu Deus !!
Carlos Pegava o cachorro pela barriga e ia até chegar na garagem aonde caia no chão feio, os "vizinhos" vinham para Carlos rapidamente, porem sua velocidade era muito lenta...Carlos se levantava ainda com dor,e colocava o Pastor Alemão no banco de trás, abria rapidamente o portão e voltava ao assento do motorista,quando começaram a vir, Tentava dar a partida porem o carro morria toda vez,estavam escalando o teto do carro já,e batiam furiosamente na porta enquanto o cachorro latia intensamente, num golpe de sorte o carro ligou,e Carlos havia saído do seu bairro, começava agora a sua busca por um lugar seguro, se é que,existe um ....

O caçador de pesadelos - Prologo por: Ali-chan

Nota: Esta será a próxima História que irei escrever depois do Romance.

O caçador de pesadelos.

O meu nome é Hakiro e tenho o talento mais raro do mundo, entrar na mente das pessoas.
Nesta era, poucos são os que têm este poder e também os que o podem controlar. Com ele também vem graves consequências, somos incapazes de dormir, ter algum tipo de descanso, o que causa um grande impacto na nossa própria mente, todos nós sem excepção sofremos de graves problemas psicológicos, e só nos sentimos bem na mente de uma outra pessoa.
Claro, o nosso poder é usado para algo, não tão pequeno assim. Nós apenas podemos entrar na mente de alguém, ela pertence à pessoa e não a nós, mas nós somos capazes de sentir tudo aquilo que ela sente enquanto estamos lá, é um conforto.
O nosso poder é usado para combater algo, que faz parte deste mundo e não faz  ao mesmo tempo,  eles são chamados de Sombras, eles são raros, até porque não há muitos deles.
Sombras têm como alimento a alma e vitalidade Humana, a forma deles varia de caso para caso, eles entram na mente das pessoas durante o sono, causando pesadelos e alucinações no processo, aquilo não é um sonho, é algo que a Sombra controla, eles usam esse truque para ter tempo de se alimentar, saindo depois e voltando na noite seguinte. A pessoa que serve de alimento para uma Sombra, vai ficando com o seu tom de pele pálida, como se tivesse uma epidemia, com o tempo fica difícil para ela se mover, os seus desejos e necessidades básicas são esquecidos, e a pessoa apenas fica na cama, fica a encarar o nada, não pensa, não reage, e por fim, acabam por morrer.
Apesar de serem perigosos dentro da mente da pessoa, as Sombras são completamente vulneráveis no mundo real, por isso para entrar dentro da mente de alguém, elas não usam uma forma, apenas uma sombra para se movimentarem, como não tem uma forma, não é possível matar.
As sombras ao se alimentar, usam um tipo de ligação, que fica impossível para elas se irem alimentar de outra pessoa até que a pessoa de quem elas se estão a alimentar morra.
Por isso, é uma vitima de cada vez, o que facilita o meu trabalho.
Além das sombras existem outros do género, como por exemplo os semeadores.
Também não têm forma, não se sabe como aparecem, apenas se sabe o seu objectivo, os Semeadores também são chamados de mães da calamidade. O único objectivo deles é entrar na mente de uma pessoa e deixar lá uma espécie de ovo, morrendo ao fazê-lo, que vai originar um outro tipo de monstro, os mais perigosos até agora conhecidos. As aranhas, são chamadas assim devido à sua forma dentro e fora da mente da pessoa. Elas após serem colocadas na mente da pessoa durante o sono, vão crescendo e crescendo, tem um impacto muito grande na vida de uma pessoa que tem uma aranha dentro da sua cabeça, como por exemplo, têm alucinações constantes durante o dia, e pesadelos violentos e ao que parecem muito reais. As aranhas são muito perigosas, e extremamente fortes, tanto dentro da mente como cá fora, pois na sua fase de crescimento, elas conseguem ver o que a pessoa vê, ou seja a luz não lhes afecta como afecta todos os outros que referi. Elas desenvolvem-se rapidamente  e usam a mente Humana também para seu alimento, ao contrário das Sombras e Semeadores, a Aranha tem uma forma, não a consegue mudar.
O meu trabalho é invadir a mente das pessoas, trazer os pesadelos para a realidade e por ultimo matá-los.

Heart of Hero - Por DanielGTR


Capítulo 4 – Os Sentimentos de Kyouko

Yuuki e Kyouko estavam comemorando a chegada do ano novo junto com todos os cidadãos de Koroy.
Finalmente é chegada a hora de soltar os fogos para a virada do ano...

Kyouko: Yuuki-kun vamos a um lugar que de para ver melhor os fogos...

Então eles foram até um pequeno monte que tinha por ali.

Kyouko: (É agora... Eu vou falar com ele...) – Pensou Kyouko.
Kyouko: Ei... hm... Yuuki-kun...
Yuuki: Sim Kyouko-hime?
Kyouko: Bem… nós já somos amigos há muito tempo, pode me chamar apenas pelo nome.
Yuuki: Mais isso... Kyouko-hime... Seria desrespeito.
Kyouko: Yuuki-kun... Por favor... Assim faz parecer que somos distantes.
Yuuki: Então... Ky-Kyouko.
Kyouko: Hm... Hm... Assim é bem melhor.

Após essa pequena conversa... Kyouko havia lembrado o que realmente ela queria falar.
Ela ficou corada por um momento e virou as costas para Yuuki.

Kyouko: Ei... Yuuki-kun... Sabe... É que...
Yuuki: Hm? O que foi Kyouko-hime... Err... Digo... Kyouko?
Kyouko: Bem... É que já faz algum tempo que...

As palavras não saiam da boca de Kyouko... Ela estava muito envergonhada, mais tinha que dizer...

Kyouko: Yuuki-kun... É que... Eu-Eu Te-

Quando Kyouko finalmente ia dizer as palavras... Yuuki a abraça e diz.

Yuuki: Kyouko, eu sei que somos de classes sociais diferentes mais... Eu te amo... Por favor... Fique comigo para sempre.
Kyouko: Hã?? – Disse Kyouko sem entender.

Kyouko não podia acreditar no que acabará de ouvir...
Yuuki tinha os mesmos sentimentos que ela... Isso só poderia ser um sonho...

Yuuki: Kyouko, eu sei que não sou o melhor para você... Mais eu vou me esforçar pra te proteger e te fazer feliz.
Kyouko: Yuuki-kun... – Disse Kyouko sem conter as lágrimas.

Passado algum tempo... O festival finalmente terminou e aquela foi uma ótima noite.

Reino de Koroy - 1 de Janeiro de 1860

Ao amanhecer havia uma multidão em frente ao palácio real, pois o Rei iria dizer algumas palavras.
Na parte central do palácio, estava o Rei, a Rainha e a Princesa esperando o sinal para começar.
Quando um de seus servos deu o sinal para o Rei, ele foi até a frente e disse:

Homura: Cidadãos de Koroy... É com imensa felicidade que desejo a vocês um ótimo ano e muita prosperidade.
Homura: Vamos continuar trabalhando para que o nosso reino continue sempre feliz e livre de guerras.

Quando o rei disse essa frase, um enorme selo mágico se abriu nos céus e de lá saíram vários “Phantom”.
Estava acontecendo à mesma coisa de 10 anos atrás...
Os “Phantom” apareciam um após o outro causando grande caos no reino de Koroy, e as pessoas começaram a entrar em desespero.

Homura: Não é possível... Guardas vamos proteger os cidadãos.
Guardas: Sim Senhor...
Homura: Yuuki tire a Kyouko daqui... Agora.
Yuuki: Entendido Senhor... Kyouko-hime, por aqui.

Enquanto outros guardas acompanhavam a Rainha Ayana até um lugar seguro...
Yuuki rapidamente pegou a mão de Kyouko e correu até um lugar que pudesse se abrigar...

Yuuki: (Eu vou proteger a princesa... Eu prometo... Pai). – Pensou Yuuki.

Quando Yuuki virou o corredor, em sua frente estava Akuto... Aquele responsável pela morte de seu pai.

Akuto: Hoh... O que temos aqui? Eu nem precisei procurar pela princesa.
Yuuki: Hime... Fique atrás de mim. – Disse Yuuki puxando sua espada.
Akuto: Você... Se eu me lembro bem, é o pirralho que tentou proteger a princesa da ultima vez.
Akuto: Onde está seu pai? Eu tenho assuntos a tratar com ele.
Yuuki: ... Não ouse falar o nome do meu pai.
Yuuki: Eu serei o seu oponente.
Akuto: Quem você pensa que é pirralho? Você nunca me vencerá.
Akuto: Se não chamar seu pai agora... Eu vou atrás dele.
Yuuki: Meu pai... Ele... Faleceu a 10 anos... Naquela luta...
Akuto: O que? Então ele não resistiu aquele ataque? – Disse Akuto dando gargalhadas.
Akuto: E eu pensando que ele era digno de batalhar comigo, no final das contas, ele era só mais um lixo humano.
Yuuki: Como se atreve? Eu vou acabar com você.

Então Yuuki tomado pela raiva, correu em direção a Akuto.


Próximo Capitulo – Yuuki VS Akuto

OBS: Hime = Princesa

Pequenos Gestos, Grande Amor - Cap 13 por: Ali-chan


A noite passou rápido para Rea, com o entusiasmo para o dia seguinte, de ir com os seus novos amigos até um parque, era algo que lhe agradava bastante, teve apenas um pouco de dificuldade a adormecer, mas lá acabou por conseguir.
O dia chegava, Rea preparou-se e estava agora para sair.
- Vais sair? – Perguntou a mãe de Rea.
- Sim, vou ao parque com os amigos lá da escola. – Disse Rea a sorrir.
- Parque??? Ah, não podes ir sem levar algo para comerem então. – Disse ela a sorrir indo rapidamente para a cozinha preparar algo rápido.
- Nem é mal pensado, levar algo para comermos por lá, parece divertido, tipo um piquenique. – Pensava Rea a sorrir mais.
A mãe de Rea havia preparado umas sandes rapidamente  e chá para levar, pôs num saco e em um mochila para ser mais fácil transportar.
- Pronto, aqui está. Divirtam-se muito. – Disse ela a entregar a mochila.
- Obrigada mãe. Até logo. – Agradeceu ela a ir para a porta.
Como Rea se havia levantado mais cedo, não houve problema em se atrasar aquele bocadinho.
Apressou-se para não fazer ninguém esperar. O ponto de encontro era na estação, para ficarem logo perto do meio de transporte.
Rea já avistava a estação, pois ficava perto de sua casa, assim como a escola. Sousuke já lá estava e Yaegashi estava a chegar também junto de Mio que parecia muito calada a seu lado.
 Todos foram de encontro a Sousuke que tinha sido o primeiro a chegar.
- Boooom diaaa alegria. – Cumprimentou Sousuke alegre levantando a mão.
- Bom dia. – Respondeu Rea com um sorriso.
- Cheio de energia logo pela manhã, ahah, bom dia. – Disse Yaegashi.
- Bom dia gente. – Disse Mio meia inibida.
Rea repara que eles tinham mochilas também.
- Vejo que também trouxeram coisas. – Disse ela a sorrir
- Ora vamos a um parque, um mundo verde, cheio de alegria, campo vastos para corrermos por entre as pradarias, por isso, trouxe utensílios para maximizar a nossa diversão. – Disse Sousuke a dar uma gargalhada.
- Utensílios  estou curioso. – Disse Yaegashi. – Eu trouxe algumas coisas para beber, no caso de ficarmos com sede no meio da brincadeira.
Todos voltavam os olhares com um sorriso para Mio. Ela rapidamente nota, mas estava estranhamente quieta.
- Mio, que se passa? – Perguntou Rea preocupada.
- Acho que fui que a assustei de alguma forma, desculpa Mio. – Desculpou-se Yaegashi olhando para Mio.
- Nãoo, não, de forma alguma, não me assustaste, é que.. – Disse ela ficando quieta e vermelha de novo. – Ahh, eu trouxe alguma comida. Como iamos passar lá o dia, decidi fazer algo para comermos. – Disse ela atrapalhada.
- A minha mãe disse o mesmo. – Disse Rea a rir. – Também trouxe comida.
- Vamos? – Disse Sousuke a sorrir.
Sousuke parecia interessado na forma de estar de Mio, ele parecia saber de algo.
O grupo então pegou nas coisas, o comboio (trem) estava a chegar, entraram e sentaram-se animados, Rea do lado da janela ao lado de Sousuke, e Mio em frente a Rea ao lado de Yaegashi.